sábado, 28 de novembro de 2009

O Natal está chegando!...





Já montou sua árvore?
Trouxe uma pra você!!!


Paz
União
Alegrias
Esperanças
Amor.Sucesso
Realizações Luz
RespeitoHarmonia
Saúde Solidariedade
Felicidade Humildade
Confraternização Pureza
Amizade Sabedoria.Perdão
IgualdadeLiberdade.BoaSorte
Sinceridade Estima.Fraternidade
Equilíbrio Dignidade Benevolência
FéBondade.Paciência. Gratidão
ForçaTenacidadeProsperidade
         Reconhecimento








sábado, 21 de novembro de 2009

RedeAmigasBrumado: Rede das Amigas realiza SARAU!

RedeAmigasBrumado: Rede das Amigas realiza SARAU!

Rede das Amigas realiza SARAU!



                                                               


Em noite de festa, alegria e entusiasmo, a Rede das Amigas realizou o seu primeiro Sarau, um evento cultural que contou com a participação de vários poetas da cidade e um grande número de convidados.
A amiga Arlete fez a abertura dos trabalhos, falando sobre a criação da Rede, seus objetivos, suas finalidades. Para dar início ao evento, convidou o poeta Zé Walter Pires para declamar um cordel, gênero literário que o nosso poeta abraçou ultimamente com competência e desenvoltura. Mas Zé Walter não se limitou a declamar; deu a todos presentes uma verdadeira aula sobre a técnica e a arte de fazer cordel.
O Sarau foi acontecendo de forma descontraída e muito alegre, quando os poetas Rui Lobo, Osmarlene, Geraldo Azevedo, Raimundo Aguiar e Marinês apresentaram poesias de autores consagrados da nossa literatura, como Cecília Meirelles, João Cabral de Mello Neto, Ferreira Gullar, Carlos Drumond de Andrade, dentre outros. Os poetas Geraldo Azevedo e Raimundo Aguiar também declamaram poesias de sua autoria. Da Rede das Amigas, a escritora Diná Gomes Fernandes leu uma Crônica de sua autoria "Os pobres coitados" e a poetisa Mena Azevedo declamou uma poesia intitulada "Eu, apenas essa gota d'água!" As apresentações eram intercaladas com Voz e Violão de Jorge, que cantou  melodias lindíssimas de Ana Carolina, Jessé, Zé Ramalho, Roberto Carlos, Maria Betânia, Caetano, dentre outros compositores.
Foram momentos de luz, alegria, descontração, bate-papo saudável e muita diversão. A Rede das Amigas fez a noite sorrir para os convidados que lá apareceram e para cada uma do grupo. Sentimos a falta de algumas amigas que, certamente tiveram algum motivo justificável.
A Rede agradece a todos que compareceram, especialmente aos poetas, ao cantor Jorge que, muito prestativo, encantou a noite de todos que lá se encontravam. À direção do Restaurante Tempero Baiano, muito obrigada pela recepção e atendimento educados!





Ainda nessa noite, a Rede das Amigas cantou os parabéns para a amiga Vanzinha, que aniversariou no dia 17 próximo passado. A voc~e, amiga, um mundo de paz, alegria, saúde e muito amor! que o Deus da Vida ilumine seus passoas hoje e sempre!




Marinês declama poesias...

      
      


Parabéns pra você
Nesta data querida
Muitas felicidades...

                                                     


                                                                
                                 Convidados leem Cordel a Monsenhor de Zé Walter


        Mena declamou o poema:
         " Eu, apenas essa gota d'água"

Eu, apenas essa gota d'água

Do alto da montanha
Vejo o sol nascer...
Nasce pra mim, nasce pra você
E ilumina todos em toda a parte
                                                       Democraticamente...
                                                       Não podia ser diferente!

Nessa criação divina                                                     
Segregação não há.                                                     
Do horizonte infinito
Vejo a hora crepuscular
À minha frente, à frente de todos
E esse fenômeno fico a observar!                                                  

         
                                                      Faixas amarelas, roxas
                                                      Sombreadas de vermelho alaranjado
                                                      Riscam todo o espaço do meu céu
                                                      É a aurora matinal
                                                      Que precede a manhã luminosa...
                                                      Mais adiante o lago azul!

Lago azul, manso e sereno...
Nessa visão, descanso o meu olhar
Vejo ainda a mansidão dos cisnes
Esbeltos, livres a nadar...
E eu do alto da montanha
Apenas uma gota d'água a observar!

                                                      Uma gota que brotou da pedra
                                                      Na fria e silente madrugada
                                                      Silente, orvalhada...
                                                      Uma gota apenas no arrebol
                                                      Que teima em ficar
                                                      Até ser absorvida pelo sol!

E o astro chega majestoso
Esparge sua luz nos campos e colinas
Joga seus reflexos luminosos
Nas grandes ou nas cercanias pequeninas
Em volta do lago azul sereno e manso
E engole tantas gotas d'água
Que já não alcanço!

                                                     E essas gotas vão-se juntar às nuvens
                                                     Que formam o todo inacessível
                                                     À visão do homem rude
                                                     É a unidade na amplitude
                                                     Que se divide em partes e volta à vida
                                                      Nessa roda viva onde me vi perdida!

                                                      E eu apenas essa gota d'água!




Os Pobres Coitados.


Dentre as milhares de músicas gravadas pelo Rei Roberto Carlos há uma na qual ele sugere: “conte ao menos até três, se precisar conte outra vez, mas...”, o que em outras palavras seria dizer: antes de agir ou de falar pense, pense no que vai fazer, no que vai dizer para não ter de se amargar depois sofrível arrependimento.
Tenho como hábito pensar e pensar muito antes de qualquer coisa e costumo contar não até três mas, até dez, o que ainda não me livra de dizer o que realmente gostaria de não ter dito, ou não dizer o que alguém merecia ouvir.
Fico com a última opção quando me recordo do episódio que passo a relatar, por não ter respondido à altura alguém do outro lado da linha.
Recebi, há alguns dias um daqueles telefonemas, em que a pessoa do outro lado lhe pede para confirmar o seu nome completo, endereço e tantas outras informações lhe prometendo um mar de vantagens como cartões de créditos, planos de saúde, ofertas para compras de mercadorias a preços baixos, assinaturas de revistas e tantas coisas mais que se não estivermos atentos poderemos até nos iludir.
Não sou contra essas pessoas, pois sei que se trata de alguém que deseja garantir o seu emprego, e, por trás da mesma, quase sempre há um chefe a lhe cobrar e a exigir que venda o máximo do seu produto. É uma questão de sobrevivência.
Sei que a pessoa do outro lado precisa do seu cliente, e, nesse momento, eu o sou, logo, atendo com presteza, isto é, depois de constatar que não se trata de chantagem como o golpe do celular ou coisa parecida, tão comum nos dias atuais.
Alguém do outro lado nos oferece mares de rosas, nos diz que fomos selecionados entre os melhores clientes, para recebermos tais vantagens o que até me faz lembrar de um ditado popular "quando a esmola é muito o santo desconfia”.
O telefonema que recebi teve o seguinte teor: confirmado o meu nome completo, endereço e outras informações a minha interlocutora quis saber a minha profissão e eu lhe respondi , como sempre o faço com muito entusiasmo, entusiasmo este que logo se misturou com uma grande dose de indignação. Continuando o diálogo já estabelecido:
_ D. Diná, qual a sua profissão?
_ Sou Educadora.
_ É mesmo!? É mais uma sofredora.
Não estou entendendo.
_ Eu disse que a senhora é uma sofredora por causa de sua profissão.
_Você está completamente equivocada. A minha profissão é uma das mais sublimes. É a que nos proporciona caminhos para o nosso crescimento e nos oferece oportunidade de partilharmos com os outros (crianças, jovens e pais) o nosso sucesso. Trabalhamos para a formação de homens, portanto, não concordo com a sua opinião.
Nesse momento a minha interlocutora deixou de ser vendedora de cartão de crédito e quis ser um pouco educadora, e, ainda desapontada, querendo justificar a sua falta, me respondeu:
_ Eu me sinto também um pouco educadora como a senhora, pois já fui catequista por um tempo.
Nesse momento não contei até três e nem tampouco até dez, só lhe dei um “tchau” educadamente, deixando subentendida a minha indignação, na esperança de que ela reflita no que disse e mude de opinião a respeito do conceito do educador.
O episódio me fez ver, mais uma vez, que nós, educadores, precisamos muito fazer para reconquistarmos o nosso real valor. É preciso que tenhamos consciência do nosso papel na sociedade e nos envaideçamos por isso, exercendo com dignidade a nossa missão de educar para que todos vejam que jamais seremos “OS POBRES COITADOS”.

Diná Gomes Fernandes.






     

segunda-feira, 16 de novembro de 2009



Aconteceu... 6º Encontro da Rede das Amigas de Brumado!

Dessa vez foi no Restaurante e Pizzaria "Boca Nervosa".

Como sempre, não faltaram as fofocas... Mas... Nem só de fofoca vivem essas amigas, que também apreciam uma boa música, poemas, crônicas, literatura da melhor qualidade e gostam também de estudar muito! Vivem fazendo cursos... Têm um rico e belo currículo!


Mas...Vamos falar um pouco mais descontraidamente...

A amiga Tula chegou da Itália há poucos dias! O Congresso sobre

Comunicação estava recheado de novidades. Foi proveitoso! Lá na

Itália, ela visitou as cidades: Florença, Milão e outras mais...


As amigas não deixam de falar... E uma disse, com língua afiada:

- Depois que Artulita chegou da Europa desprezou as amigas. Olhe,

Já nos deixou para ficar com outras!... O que a Itália não faz, hein?

A amiga Ceiça hoje está indisciplinada! Soltou Mena com riso e ironia...

Mas Ceiça nem ligava! Disparou a tirar fotos!... Veja se não erra o alvo! Ou pelo menos observe a boca... Se ficar ruim, mande deletar...

Mena chegou toda animada com sua máquina digital, querendo fotografar todo mundo! Mas que decepção! A máquina chegou de cartucho cheio. Não pode tirar uma foto! Coitada! Passou uma chateação! Logo hoje que veio preparada para disparar o flash...

Gente, não é que Tula chegou com uma trufa européia!!! Dividiu entre as amigas, mas não deu para todas!... Absurdo isso! Trazer da Europa uma trufa! A gente esperava “souvenirs” para cada amiga. Não ficaria muito caro!

Hoje a Rede das Amigas ficou mais alegre com a presença de Vera! Seja bem-vinda, amiga Vera! Você vai trazer muitas alegrias ao nosso grupo!

Uma ex-aluna, hoje colega nossa quando viu a mesa redonda e as amigas em volta, todas muito alegres, Aproximou-se e falou:

- É o Clube da Luluzinha? Gostei!

Nice trouxe uma mensagem para por no Blog e deu a Mena pra ler! Muito boa! Havia uma frase do escritor Augusto Cury assim: “A vida é belíssima, mas brevíssima”!

Quando Ivone ouviu isso, na sua irreverência e espontaneidade foi logo dizendo:

- Eu não quero morrer!

Arlete está impossível nessa Rede! Solta cada risada! Ao pegar a famosa trufa européia, deixou-a cair... Na mesa! Você viu passarinho verde, Arlete?!...

Mas o que Europa não faz! Tula, muito eufórica, desfilou pelo “Boca Nervosa” para as amigas apreciarem seu vestido longo!

Mas Ceiça gosta de um chopezinho! Ainda cedo já estava no segundo! Observação de Arlete. KKKKKKKKKKKKKKKK

KKKKKKKKKKKK! Chegou outro prato de tira-gosto! E Mena que é fissurada em bacalhau, foi logo dizendo?

- Já estou com água na boca! Ledo engano!

-Não é bacalhau, não, Mena, é frango! Disse a amiga Nice. Que decepção!

As amigas não paravam de conversar. Nice travou um papo com a amiga Ivone. O assunto era viagem! De Búzios pra lá... Essa turma não é fraca não!

Nice, Vera e Artulita não comeram nada! Só ficaram na água de coco... Pode?

A pizza chegou logo quando Vera ia saindo... Estava gripada e não pode ficar mais. Artulita, muito sonolenta, levantou-se pra ir embora... Não quis a pizza e ainda jogou essa para as outras amigas:

- Vocês vão ficar empanzinadas de tanto comer!... KKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Tula levantou-se e disse:

- Já vou. É meia noite!

Mas eram 22h30min somente

A amiga Vilma é que disse não estar acostumada com essa modernidade... Precisa acostumar, amiga! Está tudo muito certo! Tudo certo como dois e dois são quatro!

                                               De Nice, para o Blog da Rede das amigas:



Encontros e desencontros sempre surgem em nossa vida; mas há encontros que marcam, que ficam e devem ser lembrados para nos aproximar e nos encantar com presença de amigos que nos contagiam com as suas alegrias fascinantes, nos proporcionando momentos felizes e qualidade de vida., para que assim possamos nos rejuvenescer no território da emoção. Como diz Augusto Cury, “ a vida é belíssima, mas é brevíssima”. Cada um de nós vive num pequeno parêntesis do tempo. Então, aproveitar esse tempo deve ser prioridade em cada ser humano, para que ele seja mais sábio, mais afetivo para contemplar o belo, fazendo amigos e amando o próximo.



Rosas para perfumar a vida!




sexta-feira, 6 de novembro de 2009



Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.

E então, pude relaxar.

Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.

Hoje sei que isso é...Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Hoje chamo isso de... Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.

Hoje sei que o nome disso é... Respeito.

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.

Hoje sei que se chama... Amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.

Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.

Hoje sei que isso é... Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.

Hoje descobri a... Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.

Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Tudo isso é... Saber viver!!!

Charles Chaplin